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Notícias

A Ambsolution mantém esse espaço para informar nossos usuários com notícias relacionadas a engenharia ambiental. Confira abaixo

A Escola Superior da CETESB – ESC realizou entre os dias 23 e 26/04 o curso “Aterros Sanitários”, com a participação de 27 alunos provenientes de vários estados do Brasil. O programa abordou temas como: Aspectos Institucionais e Contextualização ante as Políticas Nacional e Estadual de Resíduos, Sistemas de Proteção Ambiental, Geração de Biogás e Impactos Atmosféricos, Licenciamento Ambiental, Critérios Práticos de Aproveitamento de Gases e Monitoramento Geotécnico.

A coordenação técnica coube a Alfredo Rocca, da Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental e coordenação executiva de Renato Médice Kacinskis, do Setor de Cursos e Transferência de Conhecimento.Segundo Rocca, a concepção dos aterros sanitários evoluiu ao longo do tempo, de um enfoque por abordagens em saúde pública, que prioriza o controle de vetores transmissores de doenças, à adoção de medidas preventivas à poluição ambiental e, ao reaproveitamento energético de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que incentiva o reaproveitamento do biogás gerado pela decomposição do lixo.

“Outro aspecto importante a considerar, diz respeito ao gás metano emanado dos aterros sanitários. O gás metano, produto da decomposição anaeróbica da matéria orgânica contida no lixo, é um gás de efeito estufa e sua queima indiscriminada pode gerar óxidos de nitrogênio, precursores do ozônio atmosférico”, advertiu o especialista.

Por sua vez, o docente convidado Luiz Sérgio Kaimoto, da empresa CEPOLLINA Engenheiros Consultores, mostrou a realidade nacional no que diz respeito a projetos de operação de aterros sanitários os quais classifica, dentre um panorama técnico, superiores a vários aterros da Europa e dos Estados Unidos. “Como parte dessa avaliação, ressalto a aplicação de técnicas de engenharia e planejamento ao longo de toda trajetória de desenvolvimento da operação”, frisou.

Para a aluna Vera Marcia Acceturi, “o curso proporcionou maior segurança ao entendimento, na medida que fortaleceu o pensamento técnico nas bases político-administrativas relacionadas às premissas de soluções consorciadas; citou as experiências da CETESB no âmbito do monitoramento; e principalmente, elucidou novas tecnologias como o aproveitamento do biogás para geração de energia elétrica”, exemplificou a Engª Civil e Fiscal Ambiental do IMASUL – Instituto do Meio de Mato Grosso do Sul.

“Participar do curso de Aterros Sanitários promovido pela CETESB foi muito importante. Na vanguarda das ações ambientais, os professores se mostraram didáticos e qualificados”, avaliou o engenheiro sanitarista e ambiental Leandro Gonçalves da Silva, Pindamonhangaba.

De acordo com o Thiago Marcel Campi, docente do corpo técnico da CETESB, o aterro sanitário deixou há muito tempo de ser um lugar distante e indesejável no qual se joga o lixo. ”Passamos de um conceito antigo no qual o importante era cobrir os resíduos por questões de saúde pública, para uma nova época, na qual a proteção ambiental é imprescindível e os resíduos são vistos como material de potencial reutilização, reciclagem e recuperação energética. A utilização de novos materiais, tecnologias e critérios de projeto vêm sendo pesquisados no meio acadêmico e experimentado pelos projetistas nos aterros sanitários, trazendo maior segurança do ponto de vista ambiental para este tipo de atividade,” revelou.

No último dia, o curso proporcionou aos alunos uma visita técnica, com objetivo de ensino/aprendizagem, às unidades da empresa Essencis Soluções Ambientais, empresa especializada nas questões de tratamento, valorização e destinação de resíduos.



Fonte: http://cetesb.sp.gov.br/blog/2018/04/27/descarte-adequado-minimiza-os-impactos-ambientais-na-natureza/

A Prefeitura de Teresina apresentará suas iniciativas, principalmente no que diz respeito a arborização e construção de áreas verdes. Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Olavo Brás, o evento é uma oportunidade para que os municípios troquem experiências e terá a presença de representantes de outros países. “Vamos discutir, por exemplo, as mudanças que aconteceram em Medelín, na Colômbia, na área da sustentabilidade. Teresina vai apresentar o que tem de ação para melhorar a questão do clima, principalmente os nossos parques ambientais “, destaca.

Entre os objetivos do encontro estão a sensibilização do público para a agenda climática, debate sobre o papel das capitais na inovação e como podem se tornar pilotos de soluções ambiciosas pelo clima, além da apresentação de soluções inovadoras relacionadas à mudança climática, trabalho multidisciplinar e complexo para a construção de soluções, acompanhar e avanços nas metas do fórum.



Fonte: https://chicoterra.com/2018/05/08/secretarios-de-meio-ambiente-das-capitais-brasileiras-discutirao-clima-em-teresina/

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e a CETESB multaram, nesta terça-feira (24/04), 731 veículos a diesel durante um megacomando de fiscalização de fumaça preta emitida em excesso pelos caminhões. A ação foi realizada em 22 pontos espalhados pelo estado de São Paulo e deu início à Operação Inverno 2018, com intensificação das ações de fiscalização e com o objetivo de evitar episódios críticos de poluição do ar. Foram fiscalizados mais de 35.988 caminhões.

O secretário do Meio Ambiente, Maurício Brusadin, acompanhou a operação no comando instalado no Rodoanel Trecho Oeste, km 13,5, em Barueri, ao lado de diretores e técnicos da CETESB.  Nesse ponto, caminhões eram parados e aparelhos denominados opacímetros verificavam as emissões que saíam dos tubos de escapamentos. Em outras situações, os fiscais utilizaram a Escala de Ringelmann, uma cartela que permite a comparação visual da intensidade da fumaça com os tons colorimétricos impressos, permitindo a constatação de desconformidade. Neste ponto, de 4.875 caminhões fiscalizados, 18 foram constatados emitindo acima do permitido.

Para Brusadin, “a ideia central é tolerância zero com fumaça preta, é impedir que a fumaça preta e o material particulado que ela contém atinjam o pulmão das pessoas, prejudiquem a sua saúde. Até o final da Operação Inverno, estaremos repetindo esse megacomando em mais ocasiões, em diversos pontos estratégicos espalhados no Estado”.

Porém, conforme ressaltou o secretário, mais importante ainda é a conscientização ambiental de motoristas e responsáveis pelas frotas de veículos a diesel, assim como de toda a população, com relação à poluição atmosférica. Ele lembra que aqueles que são multados podem obter uma redução de 70% do valor da multa se, após a autuação, levarem seus veículos até uma oficina cadastrada pela CETESB e procederem à regulagem do motor, posteriormente comprovando esse reparo na agência ambiental paulista.

A fuligem (partículas sólidas e líquidas), sob a denominação geral de material particulado (MP), devido ao seu pequeno tamanho, mantém-se suspensa na atmosfera e pode penetrar nas defesas do organismo, atingir os alvéolos pulmonares e ocasionar mal-estar, irritação dos olhos, garganta, pele, dor de cabeça, enjoo, bronquite, asma e até câncer de pulmão.

O ponto onde houve a maior aplicação de multas no megacomando deste dia 24/04 foi na blitz montada na Rodovia Anhanguera km 53, com 91 autuações. Nesse trecho, a CETESB fiscalizou mais de 2 mil veículos. O valor da multa básica é de R$ 1.542,00 (60 UFESPs). Para reincidências, o valor da multa é o dobro.

Outro comando, como o que ocorreu no Rodoanel, com parada de caminhões, foi em Sorocaba, na Rodovia SP-79 km 71, no bairro Éden. De 638 veículos fiscalizados, com utilização da Escala de Ringelmann, foram 24 constatações de emissão excessiva de fumaça preta. Dos 12 testes realizados com uso de opacímetro, um caminhão foi reprovado.

A ação contou com a participação de mais de 70 técnicos da CETESB e com o apoio de mais de 50 homens da Polícia Militar Ambiental e Polícias Rodoviárias Estadual e Federal, além de representantes da Prefeitura de Sorocaba, nesse município.



Fonte: http://cetesb.sp.gov.br/blog/2018/04/24/megaoperacao-contra-fumaca-preta-multa-731-veiculos-diesel/

A atmosfera da Terra está saturada de gases de efeito estufa, mais do que qualquer outro registro já feito anteriormente na história. Pela primeira vez, segundo relatório de dados coletados pelo observatório Mauna Loa, no Havaí, a quantidade de dióxido de carbono, aquele responsável pelo aquecimento global, ultrapassou a marca de 410 ppm (partes por milhão) em um mês inteiro.

O observatório já havia alertado para o aumento do nível de dióxido de carbono no ar em 2017, e, com esse novo recorde, é possível entender que mesmo com os pontos positivos no ganho de energia renovável e eficiência energética, os gases do efeito estufa continuam a prejudicar a atmosfera, aumentando as chances de haver novos eventos climáticos, tornando-os mais intensos e causando a elevação do nível do mar, entre outras consequências desastrosas.

A marca de 410 ppm é um aumento de quase 30% desde que a medição começou a ser feita, ainda em 1958, quando os níveis ainda estavam em 315 ppm.

Seguindo o crescimento, a previsão é que este século chegue ao fim com taxas de gases de efeito estufa entre 450 e 500 ppm, o que, de acordo com cientistas, pode significar desastres naturais sem precedentes.



Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2018/05/08/143519-nivel-de-gases-de-efeito-estufa-na-atmosfera-bate-recorde-preocupante.html

A CETESB conta com mais uma estação automática de monitoramento de rios e reservatórios. Nesta primeira semana de abril, a Diretoria de Engenharia e Qualidade Ambiental, em companhia da equipe técnica do Departamento de Qualidade Ambiental, visitaram a Estação Automática que entrou em operação, em março, no Reservatório Taiaçupeba, em Suzano.

Segundo o engenheiro Luís Altivo Carvalho Alvim, gerente do Setor de Hidrologia da CETESB, a nova estação vem monitorar a qualidade das águas do último grande manancial da Região Metropolitana de São Paulo, que ainda não contava com essa tecnologia automática. No local, a SABESP capta uma vazão média significativa de 11,9 m3/s para abastecimento público como parte do sistema produtor Alto Tietê.

Adquirida com recursos FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos, por meio do Projeto “Ampliação e Aprimoramento da Rede Automática de Monitoramento da Qualidade das Águas dos Mananciais da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê”, a estação possui equipamentos de última geração que medem em tempo real os parâmetros pH, temperatura, oxigênio dissolvido, condutividade elétrica e turbidez. Os dados obtidos a cada 10 minutos passam por um processo de validação, antes de serem disponibilizados para o público interno da Companhia, por meio do Sistema Qualiáguas.

Com a instalação da Estação Taiaçupeba, a Rede Automática de Monitoramento da Qualidade das Águas da CETESB amplia sua cobertura na bacia do Alto Tietê. Desta forma, os dados gerados nesta estação, assim como das outras 14 estações automáticas, permitem o acompanhamento em tempo real das condições dos corpos hídricos, de forma a detectar eventuais alterações na qualidade das águas que podem indicar floração de algas ou outras anomalias decorrentes, por exemplo, de acidentes ambientais.



Fonte: http://cetesb.sp.gov.br/blog/2018/04/10/cetesb-instala-estacao-de-monitoramento-no-reservatorio-taiacupeba/

O agronegócio brasileiro não tem nada a ganhar e tudo a perder com as flexibilizações do licenciamento ambiental e da lei dos agrotóxicos, que podem ser votadas nos próximos dias na Câmara dos Deputados por pressão da bancada ruralista. Quem diz é o ministro-substituto do Meio Ambiente, Edson Duarte, 52.

Segundo o ministro, o pleito central dos ruralistas na questão do licenciamento, a dispensa para a agropecuária extensiva, já havia sido atendido pelo texto negociado com os deputados pelo seu antecessor, Sarney Filho (PV-MA).

A proposta de acordo, porém, foi renegada pela Frente Parlamentar da Agropecuária, que defende um outro projeto de lei que amplia isenções e deixa na mão de Estados e municípios a definição dos critérios de rigor para as licenças.

Os ruralistas afirmam que brigam pela desburocratização do licenciamento. Duarte alerta: “O atalho pode tornar a estrada mais longa.” Para o ministro, enfraquecer esse instrumento é um risco para o setor produtivo.

“Além da judicialização alta, a flexibilização vai trazer para a conta do setor uma imagem que vai ser muito prejudicial”, diz. “Porque, se tivermos daí para a frente algum problema com os nossos biomas e alguns impactos e acidentes ambientais, isso certamente irá para a conta do movimento de flexibilização da legislação.”

“Se tivermos daí para a frente algum problema com os nossos biomas e alguns impactos e acidentes ambientais, isso certamente irá para a conta do movimento de flexibilização da legislação. E isso é perigoso.”

Sobre a lei de agrotóxicos, que pode ter seu enfraquecimento votado nesta segunda-feira (14) numa comissão especial, Duarte alerta tratar-se de outro “tiro no pé” do setor rural, que pode ensejar ações protecionistas de países que compram nossas commodities – na esteira de problemas recentes do Brasil com as exportações de carne e frango.

Baiano de Jacobina, Duarte foi deputado federal pelo PV de seu Estado e assessorava Sarney Filho, que deixou o ministério em abril para tentar mais um mandato parlamentar. Ele assumiu em caráter interino, em meio a tentativas dos ruralistas de emplacar nomes ligados ao setor para o Meio Ambiente. Mas vem agindo como se efetivo fosse: na última semana, iniciou com a equipe do ministério uma mobilização nacional pelo combate ao desmatamento na Amazônia.

O plano inclui idas a campo para prestigiar os fiscais do Ibama e o envio de mais de 30 mil cartas e e-mails a proprietários rurais de áreas críticas na Amazônia, alertando-os de que os satélites estão vigiando a região e que desmatamento ilegal será punido.

“É para fazer o contraponto à possível ideia de que troca de ministro, ano eleitoral e mudanças na legislação que estão ocorrendo no Congresso possam servir de estímulo a uma caça ao ouro.”

Também tem feito articulações com outros ministérios para tentar trazer a Conferência do Clima da ONU de 2019, a COP25, para o Brasil. A proposta foi feita por seu antecessor, mas esbarrou no veto da Venezuela.

Em entrevista ao OC, Duarte falou sobre Congresso, Executivo e os planos do ministério para o restante do governo Temer.



Fonte: O Eco

Os níveis dos poluentes atmosféricos monóxido de carbono (CO) e dióxido de enxofre (SO2) registrados pela CETESB na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) em 2017, apesar da expansão da frota automotiva, estão entre os mais baixos da década, mostrando a eficácia dos diversos programas de controle adotados. Essa é uma das informações no novo relatório anual de qualidade do ar, relativo ao ano de 2017, produzido pela agência ambiental paulista.

O documento mostra que o ano passado foi marcado por condições meteorológicas que influenciaram no regime de chuvas, variando com meses muito chuvosos e outros muito secos e quentes nas regiões do estado. De acordo com o relatório, o inverno de 2017 foi considerado meteorologicamente bastante favorável à dispersão dos poluentes, entretanto houve longos períodos de estiagem, em julho e setembro, quando foram observadas concentrações mais elevadas de alguns poluentes.

Na RMSP, registrou-se concentração média anual de partículas inaláveis (MP10) de 29 microgramas/m³, igual à encontrada em 2016. Nesse caso, também se verificou uma melhora dos níveis ao longo do tempo, em razão dos programas de controle de emissão. Porém, as concentrações médias tendem à estabilidade nessa região, indicando que, mesmo com as emissões de veículos novos cada vez mais baixas, elas são suficientes apenas para compensar o aumento da frota e o comprometimento das condições de tráfego.

Embora na maioria das estações do Estado as concentrações médias de partículas inaláveis tenham sido semelhantes às observadas em 2016, houve ligeiro aumento dessas concentrações em algumas estações do interior do Estado, o que pode estar associado à ocorrência de longos períodos de estiagem. Foram registradas ultrapassagens dos padrões de qualidade do ar de material particulado (MP) em algumas estações da RMSP, da Baixada Santista e do interior.

Apesar de as precipitações terem sido, na maior parte do tempo, superiores às médias climatológicas, este fato não foi suficiente para evitar a ocorrência de episódios de altas concentrações de ozônio, em alguns locais do estado, principalmente nos meses de setembro, outubro e dezembro.

Na RMSP, que apresenta alto potencial de formação de ozônio devido principalmente às emissões veiculares, foram registradas ultrapassagens do padrão estadual de oito horas desse poluente (140 µg/m3) em 28 dias em 2017, contra 32 dias em 2016. Apesar da diminuição do número de dias de ultrapassagens do PQAr em relação ao ano anterior, o documento frisa que não há uma tendência de comportamento definida para esse poluente.

Nas estações da Baixada Santista, houve uma única ultrapassagem do padrão estadual de ozônio, em Cubatão-Vale do Mogi. No interior, ocorreram ultrapassagens do PQAr estadual do poluente na maioria das estações, com exceção de Araçatuba, Bauru, Campinas-Vila União, Guaratinguetá, Jaú e São José dos Campos.

Em termos gerais, conforme o relatório, os níveis observados para diversos poluentes, em 2017, foram semelhantes aos do ano anterior.

Controle da poluição

Visando ao controle da poluição atmosférica e à redução dos níveis observados, a CETESB desenvolve uma série de programas e atividades, dentre as quais destacam-se o Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV), o Plano de Redução de Emissão de Fontes Estacionárias (PREFE), a fiscalização e controle das emissões industriais e o programa de fiscalização de fumaça dos veículos a diesel.

E, de forma a aprimorar o diagnóstico ambiental do Estado, destaca-se em 2017 o início de operação de duas estações automáticas de monitoramento da qualidade do ar, sendo uma estação móvel em Mogi das Cruzes, na RMSP, e outra fixa em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba. Essas estações, em conjunto com as demais existentes, compuseram as redes de monitoramento da qualidade do ar da CETESB, totalizando 62 estações da Rede Automática e 27 pontos de monitoramento da Rede Manual.



Fonte: CETESB, 2018

Um estudo realizado pelo economista ecológico Bruno Peregrina Puga, da Unicamp, aponta que São Paulo “perdeu a oportunidade de aprender” com a crise hídrica, implantando soluções mais práticas e efetivas para lidar com a gestão da água. Em sua tese, o pesquisador defende a necessidade de ampliar o leque de ferramentas para garantir o abastecimento da população. “Nossa crise hídrica é permanente”, avisa.

“O estado busca água cada vez mais longe, faz grandes obras e transposições, mas não resolve o problema central, que é a falta de saneamento básico e o descaso com recursos hidricos da própria bacia.”

Puga explica que diante da situação emergencial vivida por São Paulo, era esperado uma mudança de políticas na área. “Durante a crise, surgiu uma oportunidade ímpar de colocar na agenda soluções que são almejadas por especialistas, ambientalistas, e que vão além do atual modelo, de expansão da oferta. É preciso pensar no uso racional e mais eficiente dos recursos hídricos.”

O pesquisador resalta que a maior parte das soluções apresentadas envolve a expansão da oferta, sendo que muitas dessas obras são contestadas e nem sairam do papel.

“Na região de Campinas, o governo planeja a construção de duas barragens, em Pedreira (SP) e Amparo (SP). Isso mostra que eles fizeram algo diante da crise, mas só reforçou o modelo das grandes infraestruturas.”

Em tese desenvolvida na área de economia do meio ambiente do Instituto de Economia (IE) da Unicamp, o pesquisador afirma que medidas como campanhas de redução de consumo, de uso eficiente, além de revisão de antigas instalações, precisariam, ao menos, andar ao lado das grandes obras.

“Não é uma solução ou outra. Precisaria lançar mão de um conjunto de ações, propor uma nova cultura de relacionamento com a água. É preciso afastar essa imagem que o Brasil tem fartura de água. A maior parte está na bacia Amazônica, na região Norte. Diante da quantidade de pessoas que vivem nessa região, a disponibilidade hídrica é pior que de regiões semiáridas”, defende.

Ponto positivo

Para Puga, o ponto positivo da crise hídrica foi o envolvimento da sociedade civil com o que estava acontecendo. Segundo ele, uma “população bem informada age melhor para gerir o uso da água”.

O pesquisador aponta que medidas práticas foram pouco ou nada incentivadas durante a crise. “Obra de saneamento não dá muita visibilidade política”, lamenta o profissional, que analisou os problemas enfrentados em São Paulo durante os anos de 2013 e 2015.

Seca atual

Campinas (SP) completa nesta sexta-feira (11) 39 dias sem chuva, e o Rio Atibaia, responsável pelo abastecimento de 95% do município, está com volume 19% abaixo do esperado para o período.

Responsável por “socorrer” a região, o Sistema Cantareira, que praticamente secou durante a crise hídrica em 2014, opera atualmente com 49% da capacidade, e liga o alerta da população para o risco de racionamentos.



Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2018/05/12/143623-estudo-da-unicamp-avalia-que-sp-perdeu-chance-de-aprender-com-seca-e-alerta-crise-hidrica-e-permanente.html

O Ibama e a Receita Federal determinaram à maior importadora de mercúrio do país, com sede em Joinville (SC), a devolução de 1,7 tonelada da substância ao país de origem, a Turquia. A empresa, que inicialmente estava autorizada a importar e comercializar mercúrio, teve suas atividades suspensas após a constatação de que um carregamento da substância abasteceria garimpos ilegais de ouro na Amazônia.

A carga, que chegou ao Porto de Itajaí (SC) em 29 de março, vinha sendo monitorada pelo Ibama desde fevereiro, quando agentes ambientais apreenderam 430 quilos de mercúrio na sede da importadora. Na ocasião, os responsáveis foram autuados em R$ 1,5 milhão por venda ilegal e apresentação de informações falsas ao Instituto.

Agentes ambientais constataram que a importadora simulava a venda e o transporte de mercúrio para uma empresa de fachada em Várzea Grande (MT). No endereço do suposto comprador, informado ao Ibama no Cadastro Técnico Federal (CTF), funciona uma mercearia.

Desde então, estava prevista a chegada de navio do Oriente Médio com aproximadamente 1,7 tonelada de mercúrio.

A mercadoria foi interceptada no momento do desembarque e permanece retida na zona alfandegária. Em 2 de maio, a Receita Federal determinou que o carregamento de mercúrio seja devolvido ao país de origem em 30 dias. Se a exigência não for atendida no prazo, a importadora será multada por descumprimento das normas alfandegárias brasileiras.

“Com a suspensão do comércio de mercúrio pela empresa e o retorno desse carregamento à Turquia, o Ibama impediu que mais de duas toneladas da substância pudessem ser lançadas no meio ambiente”, diz o analista ambiental Bruno Barbosa. Segundo ele, é a maior apreensão de mercúrio já realizada pelo Ibama.

Usado para separar o ouro de outros minerais no garimpo, o mercúrio se espalha pelos rios e contamina a cadeia alimentar, causando graves impactos ambientais e danos à saúde.

O Brasil é um dos signatários da Convenção de Minamata, da Organização das Nações Unidas (ONU), que restringe o uso do mercúrio. O país ratificou a adesão em 08 de agosto de 2017.



Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2018/05/11/143579-acao-do-ibama-e-da-receita-no-porto-de-itajai-sc-impede-a-distribuicao-de-17-tonelada-de-mercurio-para-a-amazonia.html

Brasília (18/04/2018) -  O Ibama publicou nesta terça-feira (17/04) as Instruções Normativas (INs) n° 11 e n° 12, que regulamentam o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (CTF/APP). “Com as novas INs, o CTF/APP ganha mais importância como instrumento

estruturante do Sisnama (Sistema Nacional de Meio Ambiente) e da Política Nacional do Meio Ambiente”, disse a presidente do Ibama, Suely Araújo.

O Ibama estabelece um sistema de classificação normativo e técnico para identificação de atividades cuja realização requer inscrição no CTF/APP. Elas foram classificadas em Fichas Técnicas de Enquadramento, publicadas como anexos da Instrução Normativa n° 12/2018.

As alterações introduzidas pelas novas regras e a metodologia de enquadramento entram em vigor a partir de 29 de junho.

O Cadastro é obrigatório para pessoas físicas e jurídicas que realizam atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos naturais. Atualmente, o CTF tem cerca de 3 milhões de inscritos.



Fonte: http://www.ibama.gov.br/notas/1420-ibama-define-novas-regras-para-o-cadastro-tecnico-federal-de-atividades-potencialmente-poluidoras-e-utilizadoras-de-recursos-ambientais-ctf-app

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