Telefone: (11) 4318-0005

(11) 4318 - 0005

Telefone: (11) 4318-0005

(11) 98858-6329

ISO: 17025
Ambsolution
Telefone: (11) 4318-0005

(11) 4318 - 0005

Telefone: (11) 4318-0005

(11) 98858-6329

Notícias

A Ambsolution mantém esse espaço para informar nossos usuários com notícias relacionadas a engenharia ambiental. Confira abaixo

terreno de uma antiga fábrica de baterias automotivas em Sorocaba (SP) se tornou um garimpo de chumbo a céu aberto. Em busca de dinheiro "fácil", moradores da região se arriscam e cavam na terra contaminada por produtos químicos para vender os metais para ferros-velhos da cidade.

A situação, investigada pelas equipes de reportagem do G1 e da TV TEM, foi denunciada pelo Fantástico na noite deste domingo (19).

A área onde estão os restos de baterias e lixo tóxico fica no bairro Iporanga, escondida por um matagal, e tem livre acesso. Há alguns meses moradores descobriram que as placas de chumbo enterradas no terreno poderiam ser vendidas.

Metais tóxicos

 A reportagem recolheu algumas pedras que foram submetidas a análise laboratorial. Segundo o toxicologista da Universidade de São Paulo (USP) Fernando Barbosa Júnior, cinco tipos de metais prejudiciais à saúde foram identificados.

“As amostras apresentaram valores extremamente elevados de chumbo. Um milhão de vezes superiores àquelas que nós esperaríamos. Além do chumbo, foram encontrados alumínio, cádmio, cromo e arsênio."

O especialista explica que esses metais pesados entram no organismo pelo nariz e pela boca na poeira levantada no garimpo. Com o tempo, podem surgir doenças cardiovasculares, hepáticas e do sistema nervoso.

O cromo, o arsênio e o cádmio se acumulam nos rins e em doses altas podem levar à falência desses órgãos. O cromo e o arsênio também podem causar câncer.E a contaminação por alumínio faz tão mal para o cérebro que cientistas estudam hoje se ele pode estar ligado ao alzheimer.

 

'Herança' da falência

 

O terreno onde ocorre o garimpo pertencia a uma das maiores fábricas de baterias industriais e de automóveis do país: a Saturnia. O chumbo é um dos principais componentes da fabricação. Quando uma bateria acaba, ela volta para a indústria para ser reciclada. No entanto, o que deveria ser um processo de reciclagem, se transformou em um grave crime ambiental.

Um ex-funcionário, que não terá a identidade revelada, contou como era o esquema:

“A bateria chegava, eles despejavam no pátio e lá abriam no machado para escorrer todo o ácido que tem na bateria. O ácido ia para o chão mesmo. Depois, catavam as placas da bateria e jogavam em uma caçamba e despejava no forno.”

 Em seguida, o material era derretido e o chumbo separado. A sobra, que é chamada de “escória”, era enterrada atrás do barracão. “A máquina aterrava, depois cobria e abria outro buraco de novo. Dia e noite", afirma o ex-funcionário.

A engenheira química Fabíola Ribeiro afirma que este tipo de descarte é totalmente irregular.

“Eles precisam ser encaminhados para o que a gente chama de uma disposição final adequada, a exemplo de um aterro de resíduos perigosos, e nunca diretamente no solo sem nenhum tipo de prevenção e controle da poluição”, explica.

 

A Saturnia funcionou por 39 anos e fechou em 2011. Em 2016, a fábrica decretou falência. Desde então, tudo ficou abandonado. O advogado responsável pela empresa foi procurado pela reportagem, mas não atendeu às ligações.

Em dezembro de 2017, a Cetesb fez um laudo e identificou a contaminação por chumbo de todo o solo da fábrica, mas nada foi feito.

A informação sobre a então possível contaminação do solo chegou a ser tema de apuração da comissão de Meio Ambiente da Câmara de Sorocaba.

Após a denúncia ser levada ao Ministério Público e Companhia Ambiental do Estado (Cetesb), em maio deste ano, a Justiça determinou que a empresa estadual retirasse o material químico do terreno. Entretanto, a Cetesb informou, na época, que não tinha funcionários e nem local para armazenar os produtos.

 

O garimpo

 

Há cerca de quatro meses, a informação de que o quintal da Saturnia tinha metais enterrados começou a circular e deu iniciou à exploração.

Quando a equipe de reportagem esteve no terreno pela última vez, na sexta-feira (17), cerca de 20 pessoas trabalhavam com enxadas, picaretas ou diretamente com as mãos, sem qualquer tipo de proteção. Até um menino, de 13 anos, estava cavando a terra.

 
Garimbo foi descorto em Sorocaba  (Foto: Carlos Dias/G1)
 

Garimbo foi descorto em Sorocaba (Foto: Carlos Dias/G1)

 

A idosa Zilda Marcelino de Sousa, de 63 anos, disse que está desempregada e paga as contas com o que ganha no garimpo. “A gente está devendo bastante de água e luz, não tem condição de pagar nem isso.”

Enquanto a reportagem conversava com os "garimpeiros", 30 minutos após chegar no local, uma equipe da Cetesb e guardas municipais apareceram no local. O gerente Ézio Mmantegazza, do órgão estadual, alegou que receberam a informação no dia e fizeram a vistoria.

Ele afirmou que o órgão é fiscalizador e licenciador do Estado e não tem cunho executivo. Com isso, a Cetesb vai entrar na Justiça para pedir a limpeza da área para o responsável pela empresa depois da falência.

O promotor do meio ambiente de Sorocaba, Jorge Marum, conhece a Saturnia desde os anos 90, quando recebeu uma denúncia de contaminação dos funcionários da empresa.

“A informação que eu tinha era que a fábrica estava desativada, que havia material poluente lá, mas só ultimamente é que as pessoas começaram a entrar no local e a retirar coisas de lá. Eu acredito que o poder público municipal teria o dever de proteger a área enquanto não for possível que a própria empresa falida faça isso.”

 



Fonte: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2018/08/19/terreno-de-antiga-fabrica-de-baterias-vira-garimpo-de-chumbo-no-interior-de-sp.ghtml

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) multou a empresa TCM pelo lançamento de amônia em um dos afluentes do Rio Atibaia, em Paulínia (SP). A companhia deverá pagar Multa é de R$ 25.725,70 após um acidente durante limpeza de um tanque há duas semanas, que provocou o vazamento da substância e foi considerado crime ambiental.

De acordo com a decisão, além do pagamento, a empresa deverá tomar providências para impedir o lançamento de líquidos de qualquer natureza em galerias de água ou vias públicas em Paulínia. Um laudo técnico também deverá ser apresentado para a Cetesb com as causas do incidente.

Segundo o advogado da empresa, a instituição vai se pronunciar após ser notificado pela Companhia.

O caso

A Guarda Municipal da cidade foi quem informou a Cetesb do vazamento na região do Fontanário, próximo da Rodovia Zeferino Vaz (SP-332), que foi bloqueada com o acidente. O Corpo de Bombeiros isolou o local.

Posteriormente técnicos da Cetest constataram a presença de amônia no ar e também no afluente do rio. A companhia BRK, responsável pela captação de água, foi notificada sobre o vazamento.



Fonte: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2018/07/26/cetesb-multa-empresa-responsavel-por-vazamento-de-amonia-em-afluente-do-rio-atibaia-em-paulinia.ghtml

Com o objetivo de aumentar os índices de preservação da floresta amazônica, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) implementou neste ano um novo modelo de fiscalização ambiental com a Operação Panóptico. A iniciativa identifica, por meio de imagens de satélite, as áreas com maior risco de desmatamento ilegal e comunica os proprietários rurais sobre a necessidade de preservação desses locais antes mesmo que eventuais derrubadas da vegetação nativa ocorram.

Segundo o coordenador-geral de fiscalização ambiental do Ibama, Renê Oliveira, o trabalho preventivo começou a ser implantado em março deste ano. Dois meses depois, em maio, a instituição ambiental começou a enviar os primeiros alertas aos proprietários rurais, avisando que o desmatamento é proibido naquelas áreas. Qualquer tipo de corte na vegetação deve ser previamente autorizado pelo órgão ambiental do estado. Em caso de descumprimento das orientações, as punições previstas pela lei serão imediatas.

No total, o Ibama vai enviar 25,2 mil alertas a proprietários rurais de 59 municípios dos oito estados integrantes da Amazônia legal. O trabalho deve ser concluído ainda em agosto. A divulgação dos resultados está prevista para novembro. O sistema de monitoramento poderá também ser implementado em outros biomas do Brasil.

A Operação Panóptico foi desenvolvida a partir de estudos realizados por analista ambiental do Ibama e pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).



Fonte: http://www.brasil.gov.br/editoria/meio-ambiente/2018/08/operacao-do-ibama-alerta-proprietarios-rurais-sobre-proibicao-de-desmatamento

Com o objetivo de aumentar os índices de preservação da floresta amazônica, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) implementou neste ano um novo modelo de fiscalização ambiental com a Operação Panóptico. A iniciativa identifica, por meio de imagens de satélite, as áreas com maior risco de desmatamento ilegal e comunica os proprietários rurais sobre a necessidade de preservação desses locais antes mesmo que eventuais derrubadas da vegetação nativa ocorram.

Segundo o coordenador-geral de fiscalização ambiental do Ibama, Renê Oliveira, o trabalho preventivo começou a ser implantado em março deste ano. Dois meses depois, em maio, a instituição ambiental começou a enviar os primeiros alertas aos proprietários rurais, avisando que o desmatamento é proibido naquelas áreas. Qualquer tipo de corte na vegetação deve ser previamente autorizado pelo órgão ambiental do estado. Em caso de descumprimento das orientações, as punições previstas pela lei serão imediatas.

No total, o Ibama vai enviar 25,2 mil alertas a proprietários rurais de 59 municípios dos oito estados integrantes da Amazônia legal. O trabalho deve ser concluído ainda em agosto. A divulgação dos resultados está prevista para novembro. O sistema de monitoramento poderá também ser implementado em outros biomas do Brasil.

A Operação Panóptico foi desenvolvida a partir de estudos realizados por analista ambiental do Ibama e pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).



Fonte: http://www.brasil.gov.br/editoria/meio-ambiente/2018/08/operacao-do-ibama-alerta-proprietarios-rurais-sobre-proibicao-de-desmatamento

A troca de experiências a respeito da gestão dos resíduos sólidos para a elaboração de lei municipal motivou a realização de seminário, ontem, em São Bernardo. O evento, que integra o calendário de festejos pelo aniversário da cidade, comemorado no dia 20, discutiu soluções para a destinação final do lixo, tendo em vista a dependência dos aterros.

Ao todo, seis palestras foram ministradas, com temas como logística reversa na gestão municipal, e resíduos de serviços de Saúde. “Queremos o conhecimento da academia, da prática, da sociedade, e tudo o que pudermos ter de informações e conhecimentos para o desenvolvimento desta legislação, que será implementada da forma mais eficiente para o município”, disse o secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal, José Carlos Gobbis Pagliuca.

Para o secretário, a situação atual do Grande ABC é complicada, tendo em vista que ainda não há destinação adequada para a maior parte dos materiais. “Estamos fazendo uma parte de reciclagem que ainda é frágil em relação à quantidade de resíduos que produzimos na região”, destacou.

A diretora do escritório regional do Programa Cidades do Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas) para o Brasil, Patrícia Iglecias, abordou, em sua palestra, os objetivos do desenvolvimento sustentável, questões presentes na Agenda 2030 da ONU. “Não adianta pensar em equilíbrio, do ponto de vista do meio ambiente, se não tiver o aspecto social atendido, e condições para que as pessoas tenham uma existência digna, com aspecto econômico. Basta ver a situação do Brasil hoje, com o número de desempregados e todas as dificuldades que nós temos, não há sustentabilidade ao olhar somente para uma dessas facetas”, explicou.

Na Agenda 2030, os países trabalham com metas a serem atingidas. “Acredito que esse seja um tema que a gente ainda vai ouvir muito, e é bem isso que precisamos mesmo, difundir para as escolas, igrejas, no trabalho. Todo mundo produz lixo, mas nem todo mundo cuida dele, e esse pensamento tem de mudar”, disse a professora Alice Aparecida Guimarães, 55 anos.



Fonte: https://www.dgabc.com.br/Noticia/2922785/seminario-debate-solucoes-para-o-descarte-de-residuos-em-s-bernardo

O Ministério Público da Paraíba realizou, na tarde desta segunda-feira (27), uma reunião com a Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para discutir apoio técnico para as medidas que o MPPB vai promover sobre os lixões na Paraíba.

A reunião teve a participação do procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho; do procurador de Justiça, Francisco Sagres; do coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente, Raniere Dantas; do coordenador da Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa (Ccrimp), promotor Eduardo Torres; do 1º promotor do Meio Ambiente da Capital, José Farias; do superintendente do Ibama, Bartolomeu Franciscano do Amaral Filho, e técnicos do Ibama.

Durante a reunião, o procurador-geral solicitou o apoio do Ibama e o envio ao MPPB das ações judiciais e sentenças, bem como autos de infração recentes que estejam relacionados à questão dos lixões nos municípios paraibanos. O superintendente do Ibama garantiu o apoio da instituição.

Ação do MPPB

A ideia do MPPB é fazer um trabalho semelhante ao desenvolvido pelo Ministério Público do Estado de Alagoas: fazer um acordo de não persecução criminal, em que os gestores assumam, como contrapartida, o compromisso de erradicar o lixão de seu município, adotando a solução técnica que considerarem mais adequada à sua realidade. As soluções técnicas também serão apresentadas aos prefeitos.

A primeira reunião será no dia 19 de setembro, em João Pessoa, com prefeitos de municípios da região metropolitana e litoral. A segunda, será em Guarabira, no dia 26 de setembro, com prefeitos municipais da região do Agreste paraibano.



Fonte: http://www.maispb.com.br/274204/mppb-e-ibama-discutem-medidas-para-os-lixoes-na-pb.html

Justiça determinou que uma família de São Sebastião (SP) seja indenizada em R$ 50 mil por danos morais causados pela Petrobras por descarte irregular de resíduos químicos próximo da casa em que moravam. O julgamento, em segunda instância, foi realizado pelos desembargadores da 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Cabe recurso.

De acordo com a ação, a contaminação no bairro do Itatinga aconteceu por conta de descartes irregulares de resíduos químicos derivados do petróleo. Segundo a advogada Bruna Kosel Melo de Carvalho, que atua em favor da família, cerca de dez famílias tiveram que deixar a área em 2007.

“Após a descoberta, a Petrobras fez um acordo com as famílias e deu um valor para que eles pudessem procurar um novo lugar para morar, mas entendemos que também cabe danos morais porque eles tiveram que deixar suas casas e recomeçar em outro lugar”, afirmou.

Ainda de acordo com o processo, um laudo da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) constatou a contaminação do local por benzeno e xilenos, que são compostos químicos usados na fabricação de combustível.

"É inegável que a preocupação advinda da descoberta da contaminação da área na qual os autores residem há mais de vinte anos, bem como a necessidade de deixarem sua residência e seu trabalho (os requerentes tinham estabelecimento comercial no local) não pode ser considerado mero aborrecimento", disse a desembargadora Mary Grün, relatora da apelação. A decisão foi publicada na terça (21).

Segundo a advogada, outras famílias entraram com danos morais e alguns valores já foram pagos.

 

O que diz a Petrobras

 

No processo, a petrolífera se defendeu alegando que a situação enfrentada pela família configura 'mero aborrecimento incapaz de causar danos morais'.

A Petrobras foi procurada pelo G1 desde quinta-feira (23), mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. Não foi informado se eles vão recorrer.



Fonte: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2018/08/26/petrobras-e-condenada-a-indenizar-familia-em-r-50-mil-por-contaminacao-do-solo-em-sao-sebastiao.ghtml

Ambsolution - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Impactos Net